Buscar

Programação aberta

Quinta 21 de março

Sessão da manhã

Sessão da tarde

Primeiro Bloco de Sessões paralelas

Sessão 1. Contextos difíceis: diálogos que constroem

É preciso ler adequadamente o contexto, a diversidade existente, as condições, potenciais e desafios para poder construir juntos. Neste processo, o diálogo é central, bem como uma visão sistémica é necessária. Busca-se analisar a importância de um diálogo de qualidade entre diferentes para entender o contexto e atuar de forma inclusiva, pertinente e sistémica.

Sessão 2. Diversidade: um desafio para empresas globais?

Com a globalização, as empresas cada vez mais estendem suas atuações para distintos territórios, países e continentes. Atuam em sociedades cada vez mais complexas e relacionam-se com múltiplos e diversos grupos de referência. Como as empresas se inserem e criam comunidade nestes territórios? Como as empresas globais fazem para compreender, adaptar-se e atuar em contextos locais distintos com diferentes culturas e tornarem-se aliadas do desenvolvimento sustentável? Como geram políticas e diretrizes para realizar isso no conjunto da operação? Experiências de empresas que atuam em territórios marcados por distintas etnias e nacionalidades.

Sessão 3: Limites entre crenças, valores e práticas e direitos: um dilema na prática?

Em contextos marcados pela diversidade cultural, os processos comunitários se deparam com crenças, costumes e ética específicas da cultura, que entram em contradição com as normas universais existentes. Os dilemas aparecem: preservar a cultura, introduzir mudanças em conformidade com os direitos, promover a inclusão. Como gerir nestas circunstâncias?

Sessão 4: Migrações e diversidade: um novo desafio?

As redes sociais e comunitárias funcionam como canais de apoio para as minorias (mulheres, afrodescendentes, indígenas e pessoas com deficiência), que são afetadas pela falta de acesso a diferentes dimensões de bem-estar, poucas conquistas educacionais e baixa taxa de participação laboral. Buscaremos identificar experiências nas quais a construção de redes de apoio tenha alcançado resultados efetivos em inclusão para analisar lições e desafios.

Segundo Bloco de Sessões paralelas

Sessão 5. Negócios, diversidade e nclusão

Busca-se refletir sobre o que as empresas podem fazer, a partir dos negócios, para compreender e incorporar a diversidade com um autêntico interesse pelo tema, e selecionar o modelo de negócios para além dos benefícios na reputação e da obrigação legal. Conhecer suas motivações para fazê-lo e os impactos gerados nos negócios. Buscaremos identificar experiências empresariais nas quais foi incorporada a diversidade no modelo de negócio e sua expressão por meio das ações na operação, na cadeia de valor ou o seu investimento no entorno.

Sessão 6. Educação, chave para a compreensão e gestão da diversidade

A educação é chave. Por um lado, uma educação inclusiva permite reconhecer e valorizar a diversidade, adaptar-se a ela. Por outro, a educação contribui para conhecer, compreender, conviver e valorizar a diversidade. Buscaremos identificar experiências educativas que permitam ressaltar essas premissas, analisá-las e tirar lições.

Sesión 7. Método Acuario. Papéis socialmente construidos e igualdade de oportunidades

Os papéis de gênero são construídos socialmente, mudam com o tempo e variam dentro de cada cultura, assim como entre uma cultura e outra. O gênero geralmente define os papéis, responsabilidades, limitações, oportunidades e privilégios de mulheres e homens cisgêneros e transgêneros, em diversos contextos. Como construir melhores condições de igualdade traduzidas em direitos, responsabilidades e oportunidades, onde os interesses, necessidades e prioridades de cada gênero sejam respeitados?

Sessão 8. Diversidade, fonte de inovação e riqueza?

Busca-se identificar experiências que a partir da diversidade tenham gerado uma solução inovadora com impacto e escala, por meio das quais seja possível deduzir que a diversidade é uma fonte de riqueza e criatividade para encontrar respostas efetivas aos problemas sociais a partir do investimento social privado ou dos negócios.

ORGANIZADO POR

Somos uma Rede temática do setor empresarial dedicada a partilhar experiências importantes, conhecimentos e boas práticas que nos permitam cumprir nossa missão: promover comunidades sustentáveis na América Latina e Caribe.

Nosso trabalho é conectar aqueles que possuem em comum o interesse de contribuir com o desenvolvimento de comunidades sustentáveis, dar-lhes ferramentas de aprendizagem, facilitar sua interação e dar visibilidade aos seus esforços, para que cada uma das 80 organizações que fazem parte de nossa rede em 14 países possam aproveitar o conhecimento das demais e, juntas, construam as estratégias que necessitamos para promover comunidades mais sustentáveis. eitar o conhecimento das demais, e, juntas, construir as estratégias que necessitamos para realizar comunidades sustentáveis.

Na RedEAmérica, cada país forma um Bloco, no Brasil, o Bloco é composto por: